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Escoliose lombar em crianças: sintomas e tratamento

fevereiro 22, 2022 por NOT Ortopedia0
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Infelizmente, alguns problemas de saúde têm a particularidade de atingir a população mais nova. É o caso da escoliose lombar, que tem maiores chances de aparecer nas crianças de 10 a 15 anos.

Se o seu filho tem a coluna visivelmente encurvada, ombros desnivelados e roupas que não vestem bem, é interessante buscar um médico ortopedista.

Continue a leitura para saber as principais causas da escoliose em crianças, alguns dos seus sinais e como funciona o tratamento. Vamos lá?

Qual a causa da escoliose lombar em crianças?

A escoliose lombar é o encurvamento da coluna em um dos lados, em 10 graus ou mais, normalmente por um defeito de crescimento da coluna vertebral.

Quando é do tipo lombar, indica que afeta a região mais baixa da coluna, na altura do quadril.

Entre as causas dessa alteração estão:

  • neuromuscular: é o retardo no desenvolvimento neuropsicológico — que causa fraqueza muscular, rigidez e outras anormalidades — como o que acontece em crianças com paralisia cerebral.
  • sindrômica: quando a criança desenvolve algum transtorno genético que cursa com a escoliose, como a Síndrome de Marfan (uma doença sistêmica).
  • neural: é a alteração do alinhamento da coluna por alguma doença neurológica, como a siringomielia (defeito na formação da medula espinhal).
  • musculoesquelética: doenças ortopédicas na infância, como displasia do quadril e osteogênese imperfeita, podem impactar na saúde da coluna.
  • congênita: doenças ortopédicas na infância, como displasia do quadril e osteogênese imperfeita, podem impactar na saúde da coluna.
  • idiopática: não tem uma causa exata conhecida, mas está associada à idade da criança, à maturação óssea etc.

Sintomas da escoliose em crianças

O principal sinal da escoliose lombar é justamente o desvio postural. Em alguns casos, também há a presença de dor.

A criança com escoliose geralmente também possui os ombros em alturas desiguais, uma perna mais curta do que a outra, a cintura assimétrica, entre outros impactos da anormalidade da coluna.

A propósito, a dificuldade de respirar pode acontecer, porém é mais frequente na escoliose do tipo torácica, pois é o desvio na região superior da coluna, na altura dos pulmões.

O mais importante é cuidar da progressão da deformidade. Em torno dos 9 anos, a criança se aproxima da fase de crescimento e esse é um momento delicado para a piora da escoliose.

Como é feito o diagnóstico da escoliose?

Para o diagnóstico é considerada a história clínica da criança — incluindo se ela passou por alguma intercorrência durante o nascimento.

Cirurgias cardíacas em bebês, por exemplo, podem contribuir para o surgimento da escoliose.

A seguir, o médico mede o grau de desvio da coluna e classifica a sua severidade. Ele também pode solicitar exames de imagem para detalhar o caso.

Vale ressaltar que se o desalinhamento for abaixo de 10 graus, a condição se enquadra apenas como desvio lateral da coluna, não escoliose.

Tratamento da escoliose 

O tratamento da escoliose depende da severidade do desvio, veja:

entre 10 e 20 graus: é necessário apenas o acompanhamento com um médico, incluindo a análise de radiografias anuais, por exemplo.

entre 20 e 40 graus: são aplicados tratamentos clínicos específicos para cada caso, como fisioterapia, psicoterapia, exercícios físicos, uso do colete postural, entre outros.

acima de 40 graus: nesses casos, o tratamento é cirúrgico. Na operação, normalmente, o cirurgião “estica” a coluna e a mantém no lugar por meio de parafusos, que podem ser retirados posteriormente.

Lembrando que, crianças com baixos graus de desvio, embora não façam tratamento, devem tomar alguns cuidados. Exemplos: evitar o sedentarismo e a má postura, além de cuidar da alimentação para prevenir a obesidade.

Outro ponto importante é que as meninas têm 04 vezes mais chance de ter essa condição. Se tiver casos na família, as chances também aumentam.

Por isso, se a sua filha apresentar algum grau de desvio, os cuidados devem ser redobrados para que ele não evolua para escoliose.

Dessa forma, a escoliose é uma condição que não costuma ser grave, mas necessita de intervenção imediata. Ao notar qualquer indício de desvio postural no seu filho, o mais seguro é buscar ajuda médica para confirmar ou descartar a hipótese.

O que achou de conhecer um pouco mais sobre a escoliose em crianças? Deixe seu comentário!

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